sonia hirsch

jornalista e escritora focada em promoção da saúde

Comer bem: Arroz integral, só muito mastigado

Não é à toa que nos restaurantes macrobióticos o arroz integral vem numa cumbuquinha separada. Sem entrar no mérito da quantidade, que para alguns pode ser excessiva, é sábia a orientação de comê-lo sozinho, no máximo com um pouco de gersal e salsinha picada; na verdade, a mastigação do arroz integral puro, simplesmente cozido com um tico de sal, sem gordura, é uma das experiências mais interessantes da vida comestível. Eu diria mesmo que é uma das grandes meditações que se faz com a boca. Não é à toa que o nome original era Macrobiótica Zen.

A gente abocanha uma garfada de arroz – estou falando do arroz integral cateto, grão curtinho – e no início ele é aquela coisa macia e rechonchuda que cede inteiramente aos dentes, permitindo que a saliva se amalgame à polpa à medida que se mastiga. De um lado, de outro, de um lado, de outro, a seiva de arroz com saliva escorrendo goela abaixo enquanto os dentes vão e vêm. Um arroz integral bem feito desperta o reflexo de mastigar.

Quanto mastigar? 32? 100 vezes? Quantas forem, até o arroz desmanchar. Sobra entre os dentes somente aquela pele que ele tem. Que é o que o torna integral, com nutrientes importantes e fibras que ajudam o intestino a funcionar. Os dentes agora mastigam de outro jeito. Cortam. Quando aquilo também se desfaz ao máximo, a língua empurra pra trás e a garganta engole. Tudo o que a boca podia fazer foi feito.

Arroz integral comido sozinho, em pequena quantidade, como a iguaria que fica por último no prato, a mais valorizada das porções de comida. Nada de molhos e misturas. A boca reconhece o docinho do arroz na primeira garfada. Três ou quatro bastam, o mais é gula.

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66 respostas

  1. Sonia; Gostaria de falar, mais uma vez, sobre o virtuoso óleo de côco. É possível obtermos os mesmos benefícios com a ingesta da polpa do côco, haja vista que o óleo é extraído dessa parte? Ou há benefícios que só encontramos quando da extração do óleo? É que eu moro na Bahia e aqui a facilidade de consumo do côco é enorme…
    Um grande beijo com admiração, carinho e gratidão,
    Luisa

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  2. Oi, Luisa, digamos que o óleo tem uma concentração dos poderes do coco, e o coco tem as fibras que faltam ao óleo. O dr Luiz Meira recomenda aos pacientes comerem coco ralado nas refeições, que é o que os indianos fazem habitualmente. O uso do leite de coco (que tem o óleo dentro) também é favorável. Um abração!

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  3. Ola Sonia.Passei pra deixar uma dica de um depoimento de uma cientista e Beneditina espanhola sobre vacinação contra a gripe A h1n1.
    Ela reuniu as informações e explicou-as a luz da Ciência numa forma clara para todos.É um material sério,baseado em dados oficiais.
    As pessoas que tem que se desdobrar para conseguir um alimento,agua e ar,decentes para consumir,ao vê-lo,ficarão tristes,sim tristeza eu acho que é o sentimento mais adequado.Porém é questão de risco de morte.
    Eu gostaria de deixar algum comentário mais alegre,mas…
    Os vídeos são “Canpanas por la gripe A”no youtube ou no meu blog esta postado a parte 1 de 6.
    Abraços e bunitinho seu hai kai da cerejeira

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  4. Hehehehe…essa sua descrição foi quase tangível. Parece até que eu estava mastigando o dito cujo arroz. Gosto muito de ler seus escritos. Tomei a liberdade de postar esse seu texto como postagem inicial na minha tentativa de compartilhar aquilo que tenho lido/ouvido/aprendido blogosfera a fora. Se houver algum problema nisso, diga-me que eu deleto! Abração!

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  5. Oi, :=], nenhum problema, imagina! E fiquei feliz com o seu retorno. São dois enormes prazeres: escrever e mastigar… Abração!

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  6. Oi, Wagner, vacinas tô fora. Indústria farmacêutica tô fora. Medicina aterrorizante tô fora. A luz da ciência é bruxuleante por definição. Sou mais a promoção da saúde. Comida para todos! Educação! Dentistas! Fitoterapias, massagens, grupos de convivência, casas de parto, acupuntura, homeopatia – esta é a praia deste blog. Materiais sérios e dados oficiais, só se passarem na minha peneira – que é apertadíssima. Olho vivo.

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  7. Então pensamos parecido.Esse vídeo fala exatamente do perigo da vacina e denuncia a contaminação com vírus vivos nela já encontrados.A preocupação que comparto com ela é a da possibilidade dessa vacinação ser compulsória.
    DA próxima vez deixo mais claro com aspas em “dados oficiais”,por exemplo.
    Abraço

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  8. Oi, Wagner, já li que nos EU pretende ser compulsória. Ao mesmo tempo, muita gente lá consegue liminar na justiça para não vacinar os filhos e ainda assim mantê-los na escola, ou seja, existe resposta à altura. Aqui? Não sei. Mas repetidamente lembro do adágio: “Quem é burro pede a Deus que o mate e ao Diabo que o carregue”.

    No seu comentário parecia que o depoimento era favorável à vacina. Ainda bem que pensamos igual! Abração e bom domingo 🙂

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  9. Oi Sonia, td bem? Gostoso ler seu blog.
    Que bom que vem a SP. Irei encontrá-la com certeza. Bjs com saudade. Lelê

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  10. Cara Sônia
    O que você acha do néctar de agave, que começamos a encontrar aqui no Rio? Passa pela sua peneira apertadíssima? rsrsrsrsrss

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  11. Lelê, que bom seu oi! Tudo bem? Como vão os pirralhos? Beijos em penca! 🙂

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  12. Néctar de agave, sabe qual é o problema? É que não uso nada pra adoçar, então nem vi ainda de perto… E você, Anônimo, gostou?

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  13. Gostei muito, o sabor é gostoso e bem neutro, bom pra quem não gosta de melado e acha que mel não combina com tudo. Pras horas de larica é bom…

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  14. Mas gostaria de saber de você, fonte confiável, se ele é virtuoso ou se tem contraindicações.

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  15. Eintão, como dizem em SP, não sei… Vou procurar saber. Saber=sabor=saborear. 🙂

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  16. Arroz integral assim puro e macio, só com um colherzinha de gersal por cima, é como a ambrosia com a qual os deuses se deliciavam no Olimpo… É de lamber os beiços, como diria Tia Nastácia.

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  17. Adoro, puro mesmo, da forma como descreveu. E conheço muita gente (inclusive minha família) que não gosta.

    Eu digo que gostam de ser enganados, pois o arroz integral é que é arroz de verdade.

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  18. Ultimamente tenho feito com cúrcuma e comido sem gersal, já que é pra comer pouco. E como é difícil comer pouco arroz bom, né, Vera e Dani? 😉

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  19. Oi Sonia, conheci seu blog agora e estou gostando muito. Adoro arroz integral e gostaria de saber o que voce acha deste do arroz que é vendido com outros cereais integrais, chamado de arroz sete cereais? Obrigada! Flávia

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  20. Oi, Flávia, acho interessante para variar. Mas, como eles têm tempos de cozimento diferentes, é bom deixar de molho na véspera. Bem-vinda! Abração!

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  21. Obrigada Sonia, vou fazer isto! Uma abraço, Flávia

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  22. Querida Sonia;
    Estou começando a descobrir os germinados… Comi algumas sementes de abóboras e as achei bem amargas… Brotos têm esse sabor forte assim? Deixei algumas outras sementes de abóbora na terra e já saiu umas tenras folhinhas verdes, miúdas e vivas. É possível comê-las já meio grandinhas?
    Muuuuito obrigada!
    Beijo grande,
    Luisa/Salvador

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  23. Oi, Luisa, nunca comi semente de abóbora germinada. Gosto especialmente de semente de girassol germinada ou já em broto grande, gosto de amendoim… O jeito é ir experimentando. Beijo!

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  24. e o arroz preto? ele pode substituir o integral para variar um pouco? eles se equivalem? bjs, adoro seu trabalho e acompanho sempre!

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  25. Qualquer cereal pode substituir o arroz para variar um pouco: arroz preto, cevadinha, painço, quinoa, amaranto, milho, trigo, aveia em grão. Todos mais ou menos se equivalem, cada um com sua característica pessoal e intransferível. Abração! 🙂

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  26. Oi Sônia, tudo bem? Tentei seguir a receita para fazer o óleo de coco da forma mais fácil, conforme você sugeriu. Entretanto, não consegui, pois o líquido se misturava com a parte branca, embora tenha seguido a risca sua receita. O que saiu errado? Aguardo sua resposta. Um grande abraço, Rita.

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  27. Rita, não sei qual receita você seguiu; se não deu certo, tente de outra forma, veja todas as receitas em http://www.soniahirsch.com/2009/08/oleo-virgem-de-coco-como-fazer-em-casa.html . O importante é tentar pra acabar acertando. Abração!

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  28. Querida Sônia,

    Desto insistir, mas dessa vez eu vou. Ainda quero aquela indicação de um médico, pode ser ginecologista ou clínico geral, que tenha a cabeça aberta pras coisas que você apregoa em seus livros. Eu tenho ovários policísticos, querem me tacar remédio pra resistência a insulina, pírula anticoncepcional das fortinhas e remédio pra o colesterol.

    Estou em São Paulo, capital.

    Quando a menstruação atrasa por causa desses ditos ovários, fica um desconforto na pelve. tenho usado o implastro de inhame e alivia. Obrigada pela dica. aprendi no Só pra Mulheres.

    Beijo,

    Mariana

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  29. Oi, Mariana, vou procurar saber de alguém em SP. Enquanto isso, você já está fazendo alguma dieta? Sugiro a do dr Barcellos, que ajuda a desinflamar os tecidos. Ela está em http://www.correcotia.com/cancer . Quando eu fiz, meu útero que era sempre aumentado, prenunciando mioma, voltou ao tamanho normal.

    Só por não consumir leite e laticínios a coisa já muda completamente. Abração

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  30. Oi!? Sonia, estou sentindo sua falta na revista Bons Fluidos!

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  31. Ola Sonia Procurei um “procurador”no seu blog e não achei.Como faço para pesquisar um tema qualquer dentre suas postagens?
    Um abraço.

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  32. Oi, Wagner, não é na caixinha lá no alto à esquerda? Sempre procuro por ali – e funciona… Abração!

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  33. Arroz integral sempre me lembra Cássia Kiss. A atriz já contou que no início da carreira, vacas magras, ela só se alimentava de arroz integral. Sempre me lembro disso quando enfio o pé na jaca dos latícinios (adoro queijo!) Aí, vou pra cozinha e faço meu arroz integral na panela de barro, fiel companheira há 20 anos. O corpo pede uma limpeza dessas de vez em quando. teresa Prata

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  34. Oi, Teresa, eu já diria “de vez em sempre” – acho que comer um pouco de arroz integral todo dia é como varrer e passar pano no chão da casa… Bem-vinda, abração! 🙂

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  35. Olá Sonia,
    Queria agradecer muito esse seu post.
    Depois de muuitos anos me lembrei dos tempos do restaurante macrobiótico no pé da Paulista. Nos tempos de estudante comia sempre lá. O gersal podia trocar por toda a porção do arroz…
    Agora uns 25 anos depois, na Alemanha saí à busca do arroz integral redondinho (longo eu encontro em todo lado).
    Mas e o gersal?
    Dei uma busca na Internet, e não imaginava ser tão simples fazê-lo. A culpa foi da memória emocional…
    Já há duas semans que como regularmente esse néctar.
    Cris Stein

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  36. Mastigando juntos, Cris! Abração!

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  37. Oi querida Sônia!!
    Fiquei com uma dúvida, e nocaso das papinhas pro neném?No “mamãe eu quero”vc recomenda, 50 ou 40 % de cereal.Até arroz integral.vc acha tranquilo, dar bem molinho?E outoas tipos de grão também?pelo que entendi sim, milho,trigo etc…
    Onde posso pesquisar isso td mais um pouco?beijo enorme, obrigada por tudo!
    Ti

    ps:vê se ficou legal: http://casadeumnenem.blogspot.com/search?q=s%C3%B4nia

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  38. Oi, Ti, não entendi sua dúvida. O que está no Mamãe eu quero funciona bem. Você pode pesquisar mais nos livros indicados na bibliografia do Mamãe e dos meus outros livros, mas há muita coisa boa na praça atualmente e mais ainda na rede.

    Legal seu blog! Boa sorte, um abraço!

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  39. desculpe Sônia, não me expressei bem…tudo bem então, dar arroz intergral pra um neném , que recém comecóu a comer?Grãos em geral tbm?
    obrigada
    Bjs

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  40. Ti, papinha de arroz integral, certo? Papinha. Como está no Mamae eu quero. E papinha de outros cereais, também como está lá. OK? Beijo.

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  41. Olá Sonia, eu como arroz integral todos os dias(não sei comer sem). Eu cozinho uma porção grande e guardo na geladeira, tiro pequenas porções e esquento no microondas. Desconfio que isso não tá certo.O que você acha? obrigada. Beijos.

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  42. Oi, Fátima, comida na geladeira começa a dar mofo em 24 horas. Se tem que guardar, melhor dividir em porções, congelar e tirar algumas horas antes.

    Sobre microondas, a comida se aquece pela fricção que as ondinhas provocam nas moléculas. O arroz vai continuar a ter fibras, mas sua estrutura molecular estará toda alterada. O calor da fricção não transfere calor ao corpo. Para resumir, de fato seria melhor esquentar tudo no fogo. Um abraço!

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  43. Sonia, muito obrigada pelos seus esclarecimentos. Que bom que você existe! :))

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  44. Que fofo o seu texto! E gostoso! Cheguei a ele por acaso, procurando uma receita e…perdão:um acompanhamento para o arroz integral.Surpreendi-me ao perceber que ele dispensa acompanhamentos, bastando-lhe uma folhinha verde que mais enfeita do que acompanha;se bem que adoro o gosto de folhinhas verdes.E que a quantidade a ser comida é pequena,portanto,nada de um prato cheio de arroz integral(entendi certo?).Você me deixou com água na boca descrevendo a mastigação do arroz, e já estou indo à cozinha ajudar o marido nessa feitura que iremos saborear juntos.Antes descrever pra ele com as minhas as suas palavras. Um grande beijo.
    Glosvalda

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  45. Sonia, que bom te encontrar aqui, sou sua fã e acompanho seu trabalho há anos. Curto o jeito que escreve, sua franqueza e e a maneira de lidar c/ seu público. Aprendi a ser natureba c/ vc, e não sabe o bem e a diferença que isto fez na minha vida. Parabéns pelo seu trabalho. Abração! Creida.

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  46. Sônia,
    Soube que Sally Fallon aconselha deixar os cereais integrais de molho antes de levá-los ao fogo.Tal procedimento tem por objetivo, pelo que entendi, diminuir o teor de ácido fítico.Teríamos o mesmo resultado usando o arroz semipolido?

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  47. Oi, Laercio, faz tempo que não via seu nome na telinha. Tudo bem?

    Sobre deixar o arroz semipolido de molho: a mecânica é a mesma, portanto deve atuar da mesma forma. Um abraço!

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  48. Sônia,
    Creio que não me fiz entender.Minha questão é saber se o arroz semipolido – sem ser deixado de molho! – é uma alternativa ao excesso de ácido fítico. Obrigado.

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  49. gostaria de saber se posso comer arroz integral em grande quantidade?

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