Interesses industriais: irradiação de alimentos

Uma leitora escreve pedindo algo sobre irradiação de alimentos. Respondo que o tema me deixa de mau humor, porque ninguém diz que está irradiando mas está, geral, e com aval acadêmico.

Com a desculpa de que o produto é higienizado, ele chega à boca do consumidor afetado por elementos que não existiam quando Deus criou a maçã e Eva a comeu. Não sabemos qual é, a longo prazo, o efeito de comer algo que pode minar a saúde aos poucos e levar a um novo tipo de doença cara e martirizante como o câncer. Por exemplo.

Carol Daemon postou lá no blog, ex-Menina do Dedo Verde. Olho vivo.

35 comentários em Interesses industriais: irradiação de alimentos

  1. Isabel Monteiro // 12 agosto 2009 às 18:37 // Resposta

    Sonia, afinal, como podemos evitar esses alimentos? Eu já conhecia o símbolo. Sempre que compro alguma coisa no mercado, confiro atentamente as embalagens e nunca o vejo. Penso: Beleza, pelo menos por enquanto estamos a salvo. Mas você mencionou as maçãs que apodrecem por dentro e me lembrei que aquelas de saquinho ficam feias por dentro muito antes da casca!! E quando compro orgânicas, em pouquíssimos dias ficam com a casca enrugadinha! Estou chocada! Comemos irradiados sem saber! E o pior, os fabricantes não têm cumprido a determinação legal de informar se há irradiação! Vou espalhar essa idéia por aí. No mínimo, está sendo violado o direito à informação que todo cidadão tem.

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  2. Pois é, Isabel: melhor sempre comprar orgânicos. Tendo o que comprar.

    E engolir um irradiado de vez em quando, porque ninguém é de ferro. Mas não é de dar mau humor? :-{

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  3. Olá Sonia, mas uma vez obrigada pelo espaço e prestígio.
    um grande abraço, Carol

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  4. Oi, Sonia
    Estava lendo postagens mais anotigas e pergunto: qual a relação de vermes com o bruxismo.. abraços
    Denise Bueno

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  5. Oi, Denise, o bruxismo é um sintoma de vermes, mais especialmente helmintos, frequentemente lombrigas. Unhas roídas também. Veja mais em http://www.correcotia.com/vermes/sintomas . Abração!

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  6. Oi, Carol, é um prazer a mais colaborar com o Menina! Abração 🙂

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  7. Prezada Sonia,
    A irradiação de alimentos não é “bicho de sete cabeças”. Muito se fala, mas grande parte é lenda. É um processo exaustivamente estudado pela comunidade científica. Aliás é o processo de conservação de alimentos mais estudado no mundo e, por isto,a Organização Mundial da Saúde (WHO) recomenda sua utilização e aprova a salubridade dos alimentos irradiados até com altas doses de radiação (WHO Tecnical Report Series 890 – Geneva, 1999.
    Historicamente o processo de pasteurização também causou muitas dúvidas no século passado. Hoje não vivemos sem este processo! Sem ele a mortalidade seria assustadora. É o que está acontecendo com o processo de irradição.
    Para maiores infomações, favor consultar a página eletrônica do CENA – http://www.cena.usp.br – e clicar em Irradiação de Alimentos.
    Para terminar deixo a frase de um médico da Academia de Ciências Americana – Ricardo Molins: “Se o uso do calor no preparo e conservação de alimentos não fosse tão antigo como a própria existência dos homens, ele certamente não seria aprovado pelas autoridades devido às enormes modificações físico-químicas e nutricionais que causa nos alimentos”
    O calor mudou, e muito, a maçã de Eva.
    Atenciosamente
    Julio Walder

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  8. Oi, Julio,

    já sabemos que a comunidade científica dá o seu aval a esta e a muitas outras propostas da indústria de alimentos, que afinal paga pelos estudos.

    Não sabemos é por que o público não é informado sobre isso, por que não constam etiquetas nos produtos irradiados e, principalmente, por que estamos sendo levados a comprar maçãs que apodrecem de dentro para fora, já que a parte externa está irradiada e não torna aparente o problema. A comunidade científica não previu essa possibilidade? Ou deixou pra lá?

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  9. Oi Sonia,
    O problema do falado “apodrecimento da maçã” é provavelmente devido à problemas fisiológicos do fruto. As maçãs são conservadas pelo frio por até 6 meses e isto pode causar o escurecimento interno, com aparência sadia.
    No Brasil NÃO há irradiação de maçãs!
    O que se irradia no Brasil são condimentos e alguns corantes utilizados na elaboração de alimentos industrializados. Pode-se verificar nas nas embalagens de alguns produtos como Ruffles sabor churrasco da Elma Chips, que lá consta, conforme a lei, que os condimentos foram tratados pelo processo de irradiação. Isto traz benefícios ao consumidor que consome o produto sem colônos de microrganismos, principalmente patogênicos.
    Voltando no caso da maçã ou qualquer outra fruta ou legume, a irradiação age em toda a fruta, tratando-a por iqual. Não tem como irradiar somente a casca, por exemplo.
    O que precisamos fazer é a divulgação é desmistificação da irradiação de alimentos e isto, em parte, a página do CENA procura fazer.
    Att
    Julio Walder

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  10. Oi, Julio,

    quando você diz que o problema do apodrecimento é “provavelmente”, é porque não tem certeza. Se não tem certeza, não tem certeza de que não é da irradiação. Ou outra invenção com outro nome igualmente desconhecida dos comuns mortais.

    Quanto à irradiação das maçãs, não precisa gritar comigo. Nem sei quem você é para afirmar isso tão categoricamente, se tem acesso a algum controle, se sabe ou acha que sabe.

    Eu já disse lá em cima que não sei. Não sei, mas desconfio.

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  11. “provavelmente” a população vai ser cobaia, como foi no DDT, no transgênico, no anticoncepcional de farinha…

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  12. …na água clorada, na água fluorada, na talidomida…

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  13. Prezada Sonia e demais leitoras,
    Desculpem-me, acho que entrei num blog errado.
    Queria ajudar. Jamais tive intenção de agredir ou ferir sentimentos de alguem.
    Prometo não interferir mais.
    Respeitosamente,
    Julio Walder

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  14. Qual a vantagen e desvantagen dos produtos irradiados?

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  15. Estou fazendo um trabalho de Fisica, e concordo com tudo que o Julio Walder falou, desculpe Sonia, mas seu blog esta paracendo mais “caça as bruxas”
    E ainda seus comentarios afungentam qualquer debate sobre o assunto.
    Triste isso!!
    Alexandre Augusto

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  16. cuidadoo irradiaçao de alimentos e coisa seria

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  17. Olá
    gostaria apoiar o que foi dito pelo Júlio e pelo Alexandre!
    Apenas se pode julgar aquilo se conhece, portanto uma ótima fonte pra isso o CENA como já foi citado. Fatos ocorridos como os acidentes nucleares geram nos desinformados muito preconceito, no entanto a irradiação de alimentos não os tornam radioativos, pois os alimentos não entram em conta com a fonte radioativa, por tanto não deixam residuos, ao contrário dos produtos químicos usados na agricultura e na conservação que deixam residuos e muitas vezes não vem especificados nas embalagens, um outro ponto a se pensar é os equipamentos de Rx usados nos aeroportos, a bagagem não sai radioativa após passar pelo aparelho!!! E nem nos saimos radioativos após um exame de Rx ou tomografia.
    Informação é tudo!!!
    Só se pode julgar aquilo que realmente conhece, ou então fica parecendo que seu blog surgui ao acaso e que vc esta querendo (mas não deixando as pessoas q entende do assumto falar) falar de um assunto que não conhece.
    Simone R. Lemos

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  18. Quem não está deixando ninguém falar, fofa? Taí o espaço aberto, tanto que você falou – mas não disse nada.

    O que eu digo é: Não sabemos qual é, a longo prazo, o efeito de comer algo que pode minar a saúde aos poucos e levar a um novo tipo de doença cara e martirizante como o câncer. Por exemplo.

    Olho vivo!

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  19. Sônia, concordo com você quando diz que o problema é a falta de estudos sobre conseqüências futuras. Geralmente os estudos preliminares dizem que tal tecnologia é segura, e, a partir do momento que o interesse comercial sobre esta tecnologia é maior que os interesses da saúde pública, não adianta fazer mais nada. Basta ver o PROBLEMA dos telefones celulares. Centenas de estudos recentes, inclusive patrocinados pela Comunidade Européia já atestaram os malefícios desta tecnologia. Agora, vamos para de produzir ou usar celulares? De jeito nenhum. Além da comodidade existe um império financeiro neste setor. Só podemos nos defender com novas tecnologias que nos protejam destas radiações. Um abraço e parabéns pelo seu site.

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  20. Oi, Claudio, acabei de ler seu comentário lá nos filtros de barro, falando da turmalina como protetora de radiações. E aqui, a sua frase “só podemos nos defender com novas tecnologias” me sugere que você está querendo fazer marketing da turmalina concentrada aqui no blog. Não vou topar.

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  21. Segundo o Codex Alimentarius, não há necessidade do símbolo! Mas o pior nem é o perigo de contaminação por radiação e seus derivados, mas sim o fato de se estar comendo “comida morta”, pois estas porcarias eliminam praticamente todos nutrientes!

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  22. Por isso é cada vez mais importante apoiar a produção de orgânicos e escolher alimentos frescos e integrais para se alimentar. Sei que estou falando de algo que hoje é luxo. Mas revoluções acontecem. Muitos municípios, por exemplo Joinville, estão empenhados no resgate da agricultura familiar e orgânica. O Brasil é um país agrícola e teria muito mais a ganhar produzindo alimentos confiáveis para o mundo.

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  23. Caros internautas, quando se irradia o alimento, o efeito é sobre o DNA do que estiver lá (células do próprio alimento e dos microorganismos patogënicos). Quebram-se essas moléculas. Dessa forma evita-se a multiplicação desses microorganismos. Eles morrem, apenas, por isso o alimento não apodrece mais. Diferente de conservar em geladeira, por exemplo, quando só se diminui o metabolismo dos microorganismos. A maioria dos alimentos já estão mortos, portanto se quebrar o DNA do próprio alimento, não haverá problema. Ele não se reproduzirá mais. As vitaminas não são afetadas se não aplicar doses altas demais, então não há efeito colateral. Controla-se a dose. Evita-se portanto o brotamento, o amadurecimento rápido, o apodrecimento e a eliminação desses microorganismos que nos causam doenças sem mudança de propriedades do alimento. O material não fica contaminado. É como tomarmos sol na praia. Ao sairmos da praia não levamos um pedaço do sol para casa, apenas o efeito da exposição aa ele na pele. Por questão de cidadania espero colaborar esclarecendo o que sei. Eduardo

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  24. Oi, Eduardo, muito obrigada por sua explicação tão minuciosa. Mas, de fato, nós já sabíamos disso. O que não sabemos é qual o efeito desses produtos na nossa saúde a longo prazo. Não quero comer maçã com células alteradas, moléculas quebradas e DNA afetado. Logo eu, que não como nem chester? Quero a maçã que Eva comeu!!!

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  25. Oi, Sonia. Esses produtos após irradiados não terão suas características nutricionais afetadas; estarão apenas com os microorganismos “mortos” e não “vivos” mais. E nos alimentaremos dele assim. A irradiação provoca uma radiólise (quebra) das moléculas de água (componente em maior quantidade nos alimentos) do produto e também dos microorganismos. No caso dos microorganismos eles morrem por essa razão e no caso dos alimentos, como o alimento já está morto e essa reação é muito rápida, as moléculas se estabilizam novamente quase instantaneamente. Assim não nos alimentamos dos radicais livres criados e sim novamente das moléculas estabilizadas. Seria diferente se fossemos irradiados pessoalmente, isso sim faria mal dependendo da dose , mas não é o caso de nos alimentarmos com produtos irradiados (claro, viajar de avião não faz mal – é o mesmo tipo de irradiação – em muito menor dose). A irradiação é um método de conservação alimentar, como resfriar, congelar (desidrata células), pasteurizar, cozinhar (calor também cria outras moléculas), adição de aditivos, solutos, fermentação etc. Porém realmente se o produto em sí a longo prazo é bom para cada organismo, será necessário um acompanhamento nutricional. Alguns não podem isso ou aquilo. Quando o Julio disse que o apodrecimento da maçã é “provavelmente” em razão de problemas fisiológicos ele disse em outras palavras que o apodrecimento não é devido à irradiação, porque é fornecida a dose adequada para o produto uniformemente, ou seja, internamente também.
    Concordo com você em relação à informação. Se as propriedades não mudam então os produtos irradiados devem ser identificados, diferente de outros processos de conservação que percebemos um alimento cozido, congelado, em conserva etc. A CODEX ALIMENTARIUS (ONU) exige a declaração por escrito e o símbolo opcional, tanto em rotulos de produtos vendidos em lojas como em restaurantes, o CODE OF FEDERAL REGULATIONS Title 21 (Estados Unidos) exige a declaração por escrito e o símbolo só em produtos vendidos em lojas; restaurantes não (por exemplo Elma Chips e Mc Donalds aplicam nos EUA em seus rótulos essa informação) e a ANVISA (Brasil) exige declaração por escrito com letras não inferiores a 1/3 da letra de maior tamanho nos rótulos dos produtos irradiados. Se vc irradia e exporta, deve seguir a norma de cada País. Eu também gostaria de me alimentar de um produto tão puro como você exemplificou, mas sabemos que não existe assim tão puro. O manuseio de um produto orgânico, por exemplo também pode contaminá-lo. As bactérias são muitas, então vamos usando com racionalidade as técnicas que conhecemos, claro, adequadas para cada opção. Saudações, Eduardo

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  26. Oi, Eduardo, novamente agradeço sua explicação tão detalhada. Mas uma maçã não está morta só porque foi colhida. Ela tem energia, natureza, movimento, sementes viáveis. Este é um blog natureba, eu sou natureba, a maior parte dos que me lêem prefere o natural ao industrializado. Ou irradiado.

    Essa irradiação interfere com o que chamamos de natural. Não precisa ser puro, pode ter bactérias, a gente tem zilhões delas nos intestinos – elas também são naturais. O natural é conhecido há muito tempo, por isso mais confiável. E, como você diz, não sabemos o que vai acontecer a longo prazo com uma alimentação cujas natureza é modificada. Os transgênicos e geneticamente modificados estão condenados pela ciência, como vi ainda ontem no Roda Viva. Por isso, daqui da minha trincheirinha, vou defendendo o que me parece melhor. Um abraço!

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  27. Parabéns pela sua iniciativa, pelo seu Blog e obrigado pela oportunidade em escrever nele. Eva não usava geladeira, fogão, abrigos ou tecnologias que mudassem a Natureza e produtos confiáveis, mas já morreu. Nós que usamos essas e muitas modificações da Natureza estamos aqui trocando idéias e optando individualmente pelo uso de algumas delas. Portanto apesar de ser melhor conhecermos o que escolhemos, concordo que melhor ainda é o prazer de termos a oportunidade de fazer escolhas. Parabéns e saudações à todos, Eduardo.

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  28. Meu filho está com bruximo. Eu dei uma dose de albendazol pra ele. E depois de uma semana vou dar outra dose. Será que é suficiente?

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  29. Vamos esperar que seja! Um abraço!

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  30. MORO EM MACEIO, DIFICIL É CULTIVAR UMA HORTA, PRINCIPAMENTE QDO. TEMOS O CHÃO TODO CIMENTADO.
    ESTOU DANDO UM CURSO DE CULINÁRIA VEGETARIANA E FAZENDO UMA PESQUIZA ME DEPAREI COM SUA REPORTAGEM SOBRE A SOJA, FIQUEI ABISMADA!!!
    OQUE FAZER? COMO SUBSTITUIR A CARNE?
    CLEONICE MALTA
    nicekl@hotmail.com

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  31. Olá, sou engenheira de alimentos e gostaria de fazer 3 comentários…

    1- sobre a maçã “apodrecer” por dentro: isso ocorre devido à contaminação por um tipo de fungo que penetra na fruta sem deixar sinais na casca, e começa a se nutrir da fruta de dentro para fora. Esse fungo produz uma micotoxina que, se consumida com certa frequência, ainda que em doses pequenas, comprovadamente causa câncer. É necessário irradiar para matar o fungo? Não. A contaminação ocorre devido a más práticas durante a colheita e o armazenamento da fruta. Aliás, uma vez contaminada, não adianta matar o fungo, porque a toxina é termorresistente (normalmente moléculas estáveis a tratamentos térmicos também o são à radiação – ambos são tratamentos que fornecem energia para destruir ou inativar moléculas). Isso é um problemaço na índústria de sucos, por exemplo, que normalmente recebe as maçãs “mais feinhas” – que são rejeitadas pelo consumidor. PORTANTO, as boas práticas na colheita e no armazenamento dos frutos são A ÚNICA GARANTIA de alimento saudável – não existe processo milagroso que vai salvar alimento ruim. Meu conselho – descasque e inspecione a maçã antes de comer: se tiver manchinhas escuras ou buracos esquisitos, rejeite.
    2- A fruta não está morta porque foi colhida!!! Quem estudou bioquímica de alimentos sabe – frutos e grãos colhidos têm metabolismo – é isso que faz a semente brotar e o fruto amadurecer. Este metabolismo gera calor e isso é levado em conta em projetos de silos, câmaras frias e containers para transporte e armazenamento destes alimentos.

    3- TODO e qualquer processo que se aplique em um alimento altera suas propriedades nutricionais (inclusive cozinhar, assar ou congelar em casa). Isso nem sempre significa perda – a soja e o feijão, por exemplo, precisam ser muito bem cozidos para eliminar substâncias que têm efeitos anti-nutricionais (ou seja – que impedem a boa digestão ou absorção de outros nutrientes). No caso da irradiação ou pasteurização, sim, existem perdas, e sim, é melhor consumir o alimento “in natura”, se isso é possível (e seguro) nos dias corridos de hoje, e para a grande maioria da população é uma outra discussão. O consumidor tem o direito de ser informado sobre o que está comprando para poder escolher. Eu, por exemplo, não compro leite “direto da fazenda”, sem pasteurização, já comprei, mas hoje não confio mais. Perco em termos nutricionais? Sim, mas não morro de diarréia por contaminação com Salmonela.

    Enfim, Sônia, acho que você tem muita razão no que diz… e é muito bom que existam pessoas como você, que lutam por um ideal da de uma alimentação mais saudável… quem trabalha com processamento de alimentos seriamente sabe de tudo isso que postei aqui, e tenta, ao menos, tornar o alimento mais seguro, mais prático, viável para a população, causando o mínimo de dano possível…
    Abraços,
    Marcela S. Gandara
    Eng. de alimentos
    UNICAMP

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  32. Oi, Nice, a soja nunca substituiu a carne. Carnes são alimentos ricos e muito densos. Não dá para ser vegetariano e ao mesmo tempo ter tudo o que a carne dá.

    Mas ovos são uma boa fonte de vitaminas, minerais e gordura animal. Iogurte e coalhada feitos com lactobacilos vivos, também. Um abraço!

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  33. Oi, Marcela, que maravilha as suas explicações! Muito obrigada por esse comentário tão esclarecedor para todos nós. Um abração!

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  34. Olá Sonia, li a respeito do uso da soja e fiquei chocada pois meus dois filhos foram alimentados com leite de soja desde pequenos e agora o que fazer? Qual sugestão para substituir o leite de soja, pois eu não gostaria de voltar com o leite de vaca. Existe algum tipo de exame que possa ser feito para verificar os efeitos da soja? Marisa

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  35. Oi, Marisa, depois de nascerem os dentes não se precisa mais de leite, nem de mãe, nem de vaca, muito menos de soja. A resposta para quase tudo é: comida de boa qualidade, com muitos vegetais frescos e coloridos, pouco açúcar, proteína animal de boa origem, mastigar bem… Um abraço!

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