Tudo vale a pena contra a candidíase

2-biquiniRecebi um comentário lindo da Camila Lima no post Candidíase, a praga: a dieta, o que ajuda, o que atrapalha. Posto aqui porque é um desejo dela e meu que muitas pessoas possam assumir as rédeas da própria saúde.

Boa tarde, Sônia

Venho hoje, através deste comentário, agradecer você pela imensa ajuda que me fez, mesmo sem saber. Estava com cândida desde julho/agosto de 2015 e somente semana passada, mais especificamente dia 29/12/16, que, em visita a minha ginecologista, obtive a noticia maravilhosa que estava curada.

Como fiz? seguindo seu livro e suas dicas!!! Até maio de 2016 eu já havia feito milhares de exames e passado por diversos médicos. Todos os exames davam normal, como já li aqui que acontece da mesma forma com a maioria das mulheres. E os ginecologistas? sempre com as pomadas e comprimidos de sempre. Adiantava? evidente que não!!!

Uma bela noite, após uma crise choro, sem saber mais para onde recorrer, resolvi pesquisar pela milésima vez na internet e acabei por achar teu site. Que dia abençoado! Comprei no mesmo instante teu livro e assim que o recebi já iniciei a dieta e os exercícios.

Não foi fácil, nunca é. Mas logo de cara já senti uma imensa melhora. Digo que coisa de 70% melhor. Mas os 30% que faltavam ainda incomodava muito, claro. E segui muitos meses ainda com ele presente na minha vida. Era sair da dieta, por algum dia ou momento que fosse, que eu piorava. Mas, persisti e não desisti.

Hoje, com diagnóstico sem qualquer infecção, posso dizer com clareza que os remédios que me curaram foram: dieta restrita (a tua combinada com o acompanhamento de uma nutricionista funcional maravilhosa e também cheia de experiência no assunto), exercícios e uma vida mais leve. O stress diário, somado com imunidade baixa, má alimentação e ausência de exercícios diários foram claramente os causadores de tudo isso. Sem dúvida nenhuma a dieta e a tentativa de levar uma vida sem tanta pressão foram elementos chaves.

Obrigada por tudo. Médico nenhum me ajudou tanto como você. Que muitas mulheres leiam este depoimento e não desistam de seguir firmes até a cura.

 

5 comentários em Tudo vale a pena contra a candidíase

  1. É uma inspiração ouvir isso!

    Eu tive essa semana o diagnóstico de candidíase, associei logo à quebra da rotina alimentar das festas de fim de ano. Só tive cândida uma vez antes, em 2010.

    O ginecologista receitou Sparanox/Traconazol e um creme endovaginal. Desde sábado comecei a dieta lendo o “Só Para Mulheres”, que eu já tinha e os posts do site. Agora comprei “Candidíase, a Praga” e estou esperando chegar pelo correio. Ainda estou meio perdida, mas quero evitar ao máximo a alopatia, então ficarei firme na dieta (tentando adaptar a rotina e compreender o que pode e não pode melhor).

    Queria perguntar duas coisas, Sônia: é prudente não fazer a medicação indicada pelo médico; associar ingestão diária de óleo essencial de Tea Tree pode ajudar no tratamento? Estou com medo de não sarar, por isso pergunto sobre os medicamentos, porque até agora não piorou, mas está estável. Quanto ao Tea Tree eu estou usando e notei que é uma das coisas que faz a coceira diminuir.

    Sou uma grande admiradora do seu trabalho, grata pelas informações que compartilha e adoro ler seus textos, são escritos de forma que deixa a leitura prazerosa. Além da nossa bibliazinha lá em casa, o “Manual do Herói”, agora também compramos “Mamãe eu Quero” e “Sem Açúcar com Afeto” já fazendo planos para termos nosso primeiro neném.

    Grande abraço querida!!

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    • Oi, Lorena, se fungicidas adiantassem contra candidíase eu não precisaria escrever o livro… Na verdade eles pioram a situação, tornando os fungos mais resistentes. Todos aqueles terminados em “azol” costumam ter esse efeito. Por isso recebo tantos comentários de pessoas que encontram alguma luz na dieta depois de passarem por vários tratamentos médicos. E há médicos lúcidos que receitam logo o livro!
      Sobre o Tea Tree (Melaleuca), sei que é eficaz como fungicida. Mas, como sempre, isso não basta: é preciso conter a expansão da cândida nos intestinos e recuperar o terreno atingido, coisa que o tea tree não faz.
      Boa sorte, abraço grande!

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  2. Obrigada pela resposta Sônia.

    Obviamente eu entendi e dou crédito à função do livro, por isso já comprei, estou aqui lendo tudo e comentando este post. Mas estava em dúvida porque a dieta não tem dado efeito e os sintomas não melhoravam. Agora estão inclusive piorando, o que tem me causado certo desespero.

    Encomendei probióticos em cápsulas e vou começar a tomar também para ver se ajuda mais. Pretendo seguir com a dieta por um bom tempo, mas não descarto a possibilidade de tomar os remédios porque a situação está péssima.

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  3. Lorena, você parou pra pensar na questão das parasitoses, sobre a qual escrevi no capítulo “Dez contra ela?” Se houver alguma infecção crônica, tem que tratar antes. Como você vai descobrir isso, se a maior parte dos exames de convênio não dá nada? Posso indicar 3 maneiras: exame parasitológico de fezes com coprologia funcional no laboratório do dr Helio Copelman, no Rio (pode mandar as amostras por sedex), tel 21 2548-0648, ou Geraldo Granja (veja em http://www.geraldogranja.blogspot.com) ou Susana Ayres (www.susanagigoayres.com.br). Estes dois últimos fazem o teste por radiestesia, mesmo à distância, com excelentes resultados, e também tratam de modo suave. Pessoalmente, Geraldo atende no Rio e em BH, Susana em Brasília. Quanto aos remédios, claro que a decisão é sua! Mesmo sendo um alívio momentâneo, se é disso que você precisa, não há dúvida. Só lembre que sua pergunta foi: “é prudente não fazer a medicação indicada pelo médico?” e a resposta continua sendo a mesma: não resolve. Abraço carinhoso e… força nas tranças!

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  4. Agradeço novamente Sônia. Checarei essa questão das parasitoses com Geraldo Granja, pois estou em BH. Ótima dica, para variar 😉

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