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Notícia boa: MT diz não à soja transgênica e Embrapa apoia

posted 2021 Jul by

Não que eu seja fã de soja. Como todo mundo aqui sabe, soja, só fermentada - missô, tempê, natô e shoyu não pasteurizado, o que é raríssimo. Ou seja, pra que tanta soja?

Mas adorei a ripada na Monsanto e tinha que publicar. Tomara que o Brasil reaja agora com mais firmeza à manipulação das grandes empresas. Não só de alimentos.
enviado por boletim@aspta.org.br | http://www.aspta.org.br/por-um-brasil-livre-de-transgenicos/boletim/
Embrapa lança no MT ‘Soja Livre’ para combater transgênicos da Monsanto
A Embrapa, juntamente com a Associação dos produtores de Soja do Mato Grosso (Aprosoja) e a Associação Brasileira de Produtores de Grãos Não Geneticamente Modificados (Abrange), lançaram em 9 de novembro o ‘Programa Soja Livre’, que visa ampliar a distribuição de sementes convencionais e reduzir progressivamente o plantio de sementes transgênicas no estado. As informações são da Rede Brasil Atual.

O ‘Soja Livre’ será iniciado com a implantação de unidades de demonstração de 18 variedades convencionais em todo o estado, que é o principal produtor de soja do país. Atualmente, cerca de 30% da produção de soja do Mato Grosso é convencional.

A utilização de sementes não modificadas sofreu grande redução nos últimos anos devido à falta de fornecimento. As grandes empresas nacionais fornecedoras das sementes convencionais foram absorvidas por multinacionais como a norte-americana Monsanto, que fornece sementes geneticamente modificadas resistentes aos seus próprios venenos e não às condições climáticas ou insetos.

“Existe uma demanda dos próprios agricultores por mais opções de variedades convencionais. Com isso, a Embrapa volta ao mercado de Mato Grosso, do qual ficamos fora durante muito tempo”, afirma Lineu Domitti, chefe de comunicação e negócios da estatal no estado.

Segundo técnicos da Embrapa, vários países, em especial os europeus, exigem comprar a soja que não tenha alteração genética. “Todo mundo começou a focar no transgênico porque não tinha um mercado que valorizasse o convencional”, destaca Glauber Silveira, presidente da Aprosoja. “Agora, com esse mercado valorizado, começa a ser vantajoso voltar a produzir (a variedade sem modificação genética)”.
A Embrapa espera que os próprios agricultores voltem a possuir seus bancos de sementes, e não depender mais dos estoques das multinacionais, revertendo a atual escassez do estado.

Fonte: Jornal Hora do Povo, 17/11/2010

Sobre a AS-PTA, entidade que luta por um Btasil livre de transgênicos:
"A AS-PTA tem como missão apoiar a construção de capacidades políticas e institucionais de organizações da agricultura familiar para que elas assumam de forma crescente o protagonismo na formulação e defesa de padrões de desenvolvimento rural que associam a equidade social, a viabilidade econômica e a conservação dos recursos ambientais.
Ao assumir para si essa missão, a AS-PTA incorpora em seu enfoque estratégico o desafio de promover transformações no mundo rural brasileiro com base nas iniciativas dos atores sociais coletivos organizados desde o âmbito local até o nacional. Desse ponto de vista, os Programas de Desenvolvimento Local da AS-PTA constituem espaços de exercício de enfoques inovadores de construção do conhecimento agroecológico orientados para a constituição de redes sociais conformadas por agricultores-experimentadores responsáveis pela emergência de projetos locais de ocupação e uso dos territórios rurais.
Com base nessa concepção estratégica, a AS-PTA coloca no seu horizonte de longo prazo a construção de uma sociedade rural assentada num forte e dinâmico setor de agricultura familiar viabilizado pelo acesso equânime aos recursos naturais e por um modelo produtivo orientado pelo paradigma agroecológico.
Atuando nas temáticas da promoção da agroecologia e do fortalecimento da agricultura familiar, a AS-PTA desenvolve programas locais na região que integra municípios do Centro-Sul do Paraná e do Planalto Norte de Santa Catarina (Sul do Brasil), no Agreste da Paraíba (Nordeste do Brasil) e na cidade do Rio de Janeiro, com o Projeto de agricultura urbana. Através da vinculação a redes da sociedade civil e da participação em diferentes espaços públicos, a AS-PTA mantém também uma presença efetiva no plano nacional." 

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