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Repúdio ao fechamento da Casa de Parto, no Rio

posted 2021 Jul by

A Casa de Parto David Capistrano Filho, que faz um trabalho de alta qualidade em Realengo, no Rio de Janeiro, foi fechada arbitrariamente na quinta-feira passada, dia 4, por orientação da Vigilância Sanitária Estadual. Alegação: falta de médico.

Fico sabendo através de Ruth Mesquita e repasso:

A Casa de Parto foi inaugurada há cinco anos por um esforço de mulheres e enfermeiras obstetras (Iraci, Jane , Maysa, Luciane Nêga, etc...) e da Secretaria Municipal de Saúde - SMS, com o apoio do Ministério da Saúde, como um local onde as mulheres que não tivessem qualquer risco obstétrico durante o pré-natal pudessem parir em suítes com banheiras e acompanhadas de seus maridos.

Não era mesmo para ter médico. Toda a atenção à parturiente é prestada por enfermeiras. Até a diretora da unidade é enfermeira. É um modelo - que se tem na Holanda, Canadá, Japão e outros países - de empoderamento e respeito à autonomia das mulheres de escolherem como parir, e de retorno ao feminino, já que o parto passou no último século a ser um evento medicalizado e hospitalizado, quando na verdade é fisiológico. Essa hospitalização é uma das causas das assombrosas taxas de cesareana que temos hoje no Brasil.

A luta é política e corporativa, já que o Cremerj vem tentando fechar a Casa desde que ela surgiu, alegando que as mulheres podem morrer porque não há médico (como se elas não morressem de parto nos hospitais, por serem mal assistidas). A SMS mantém uma ambulância 24 horas no quintal da Casa de Parto, e ao menor sinal de qualquer alteração a mulher é removida para a Maternidade Alexander Fleming, que está a oito minutos da Casa.

Hoje foi realizado um grande ato com as Faculdades de Enfermagem, Conselho de Enfermagem e principalmente os casais que tiveram seus filhos lá nesses cinco anos. Abraçaram a casa. Foi emocionante. Passou no RJ TV da hora do almoço.

Para apoiar a reabertura da Casa do Parto e o direito da mulher parir de um modo sadio, acesse o site da Parto do Princípio e assine o abaixo-assinado online.

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