MEDITANDO NA COZINHA crônicas e receitas

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Todo ano, verão; toda pessoa, coração

Aí é verão e o sol brilha lá fora, enquanto por dentro brilha o coração. Sol irradiando luz e calor para animais e plantas, coração irradiando sentimentos amorosos e produzindo alegria.

Na vida real as coisas são simples assim: passa um desconhecido, sorri, a gente sorri de volta. A simpatia flui, e por que não? É nesse encontro do olhar que se percebe o primeiro sinal de calor humano. Daí para o resto, é só deixar.

O coração vem à boca, a gente fala de coração, escuta com o coração, sente bater mais forte, sente parar um instante, fica de coração leve ou de coração na mão, às vezes ele parece apertado. Saber de cor é guardar no coração. Sua expressão é cordial, sinônimo de afável, amável, sincera.

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Sentir o coração batendo é uma forma de estar em contato com a nossa natureza mais íntima e ao mesmo tempo com o espírito divino que o coração representa.

É uma batida de cada vez. Harmoniosamente ele se contrai e se dilata, bombeando assim o sangue que renova cada célula do imenso continente pessoal. Pousando a mão suavemente no peito é possível fechar os olhos, parar o mundo, entrar em harmonia com a pulsação do universo e acalmar o pensamento.

Em chinês, coração e mente são a mesma palavra; pensamentos são movimentos do coração. Por isso, aqui agora, nada supera a importância da calma. Diz o I Ching: "Todo pensamento que transcende o momento faz sofrer o coração."

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